TEMAS
1) Soft Power e a "K-popização" da Música Brasileira
Debate estratégico e reservado com líderes para exportar o som brasileiro como potência global.
Objetivo Principal
Analisar cases de exportação musical da Coreia do Sul (K-pop), UK (MEGS) e França (Bureau Export) e adaptar ao Brasil: fomentar funk, samba e MPB como soft power, definindo papéis de APEX, MinC e iniciativa privada. Saída concreta: plano de ação com líderes, instituições e metas para "K-popizar" o Brasil, elevando exportações de R$ 200 mi para R$ 1 bi em 5 anos.
2) Reforma Tributária: Consequências para o Setor Criativo e Medidas Urgentes
Debate estratégico e reservado com líderes do ecossistema musical para blindar o setor contra a nova tributação.
Objetivo Principal
Analisar os impactos da Reforma Tributária (PEC 45/2019 e PLP 68/2024) no mercado da música brasileira, focando em royalties internacionais, créditos tributários e imunidade da EC 75/2013. Gerar propostas concretas de ação para autores, editoras e produtores se protegerem de IBS/CBS, evitando perdas de até 30% em rendimentos e promovendo lobby unificado junto ao Congresso.
3) Agência de Música: Regulação Estatal no Mercado Musical Brasileiro
Um debate estratégico e reservado com líderes do ecossistema musical para posicionar o futuro da indústria.
Objetivo Principal
Analisar os prós e contras de se criar uma Agência de Música como órgão governamental federal. Ao mesmo tempo que fomenta, também serve para regular o mercado musical brasileiro. Queremos isso? O foco é equilibrar regulação estatal com a iniciativa privada, avaliando prós, contras, atribuições essenciais, impactos em recursos públicos e riscos de intervenção excessiva. Essa mesa vai além de opiniões: gera insights acionáveis para decisores, influenciando políticas e estratégias setoriais.
4) Round Table - Fomento à Circulação de Shows pelo Brasil
Debate estratégico e reservado para destravar o circuito intermediário de música ao vivo.
Objetivo Principal
Direcionar soluções práticas às dores da plenária "A Conta Não Fecha", criando um plano de fomento sustentável para circulação de shows no Brasil. Foco em reconectar bilheteria/cachê, logística viável no Norte/Nordeste, autonomia artística via dados e produtos financeiros atrativos. Saída: roadmap acionável com políticas, parcerias e líderes para viabilizar 500+ shows intermediários/ano.
